O setor atacadista distribuidor no Ceará apresentou crescimento real de 13% (18% nominal) em 2010, em relação ao ano anterior. Segundo o presidente da Acad (Associação Cearense de Atacadistas e Distribuidores), Adailton Pinto Melo, o segmento movimentou cerca de R$ 1,5 bilhão no ano passado. "Os números envolvem mais de 400 empresas, sendo que cerca de 30 representam 80% dos negócios", afirma.
Considerando apenas as nove maiores empresas do setor, o crescimento foi de 19,4% em 2010 em relação ao ano anterior. O aumento nominal foi acima da média nacional (14,6%). O desempenho foi apurado pelo ranking Abad/Nielsen. A maior empresa atacadista do Estado faturou, sozinha, R$ 300,4 milhões. A nona maior apurou R$ 17,7 milhões.
Poderio dos emergentes
O aumento do poder aquisitivo das classes C e D é apontado por Melo como a principal influência para este crescimento. "Há uma demanda reprimida muito grande", afirma. "É por isso que o Nordeste é a bola da vez". De acordo com ele, este crescimento deve continuar, acima da média nacional, por até 20 anos. "São muitos investimentos que estão vindo pra cá. É a Copa do Mundo", comemora.
Movimentando esta ascendente cadeia, a frota atacadista conta com 1.650 veículos, entre caminhões pesados e leves, no Ceará. Apesar dos bons resultados, o setor lamenta a falta de infraestrutura.
"As rodovias federais são um grave problema, tanto nas condições das estradas, quanto na falta de segurança", avalia.
"O setor sofre com assaltos e outras surpresas desagradáveis nas estradas. É uma deficiência que leva um custo adicional ao produto com o gasto com seguro", lamenta.
Interior ganha força
Entre os destaques apresentados pelo ranking este ano, está o crescimento do atacado regional. O mercado do interior do País ganhou impulso com o aumento da renda nas classes C, D e E, com o consequente incremento no consumo, tanto em volume quanto em diversidade de produtos comprados.
Em paralelo, o pequeno e médio varejo, que atendem grande parte da população, estão mostrando níveis de crescimento. "Essas classes socioeconômicas se abastecem em pequenas lojas, no varejo de vizinhança, que por sua vez são atendidas pelos atacadistas e distribuidores", explica Severini. O presidente da entidade aponta, ainda, que a capacidade de as empresas atacadistas distribuidoras se adaptarem às novas realidades do país, com investimentos nas áreas de infraestrutura e operacional, foi essencial para os bons resultados.
Considerando apenas as nove maiores empresas do setor, o crescimento foi de 19,4% em 2010 em relação ao ano anterior. O aumento nominal foi acima da média nacional (14,6%). O desempenho foi apurado pelo ranking Abad/Nielsen. A maior empresa atacadista do Estado faturou, sozinha, R$ 300,4 milhões. A nona maior apurou R$ 17,7 milhões.
Poderio dos emergentes
O aumento do poder aquisitivo das classes C e D é apontado por Melo como a principal influência para este crescimento. "Há uma demanda reprimida muito grande", afirma. "É por isso que o Nordeste é a bola da vez". De acordo com ele, este crescimento deve continuar, acima da média nacional, por até 20 anos. "São muitos investimentos que estão vindo pra cá. É a Copa do Mundo", comemora.
Movimentando esta ascendente cadeia, a frota atacadista conta com 1.650 veículos, entre caminhões pesados e leves, no Ceará. Apesar dos bons resultados, o setor lamenta a falta de infraestrutura.
"As rodovias federais são um grave problema, tanto nas condições das estradas, quanto na falta de segurança", avalia.
"O setor sofre com assaltos e outras surpresas desagradáveis nas estradas. É uma deficiência que leva um custo adicional ao produto com o gasto com seguro", lamenta.
Interior ganha força
Entre os destaques apresentados pelo ranking este ano, está o crescimento do atacado regional. O mercado do interior do País ganhou impulso com o aumento da renda nas classes C, D e E, com o consequente incremento no consumo, tanto em volume quanto em diversidade de produtos comprados.
Em paralelo, o pequeno e médio varejo, que atendem grande parte da população, estão mostrando níveis de crescimento. "Essas classes socioeconômicas se abastecem em pequenas lojas, no varejo de vizinhança, que por sua vez são atendidas pelos atacadistas e distribuidores", explica Severini. O presidente da entidade aponta, ainda, que a capacidade de as empresas atacadistas distribuidoras se adaptarem às novas realidades do país, com investimentos nas áreas de infraestrutura e operacional, foi essencial para os bons resultados.
Fonte: Diário do Nordeste
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